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Os Fundamentos Psicológicos da Montagem


Por meio da montagem podemos provocar a exteriorização da expressão mental do personagem ou do espectador. A sucessão de planos pode indicar o que o personagem vê, imagina ou o que é a sua memória. Para isso, geralmente, mostra-se em primeiro plano o rosto do personagem, seguido do objeto que é sua expressão mental. Pode mostrar também o que o personagem procura ver, mas que ele ainda desconhece, representando assim a expressão mental do espectador. Nesse caso, a ligação se dá ao mostrar o personagem seguido do objeto representado. No entanto, o primeiro plano é evitado (mas não é proibido).



Se chamarmos de "dinamismo mental" o fator de ligação entre os planos, a tensão psicológica colocará em evidência a noção complementar de "dinamismo visual", também compreendida como fator de ligação. Trata-se de todas as relações baseadas diretamente na continuidade do movimento da imagem.


Numa montagem tida como clássica, ou seja, que respeita os padrões estabelecidos pela indústria cinematográfica e usa seus recursos quase que como uma “cartilha", cada sequência deve preparar a próxima, suscitando o acontecimento posterior. Dessa forma, a ação se desenvolve e termina com um problema ou uma ação inacabada, que é retomada na sequência seguinte, e essa resolve o problema anterior e cria uma nova situação. A narrativa fílmica surge então como uma série de sínteses parciais que se encadeiam numa perpétua superação dialética.



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